Top 10: Destinos para suas Férias

O mês de janeiro inspira férias, não concordam? Mesmo que não seja possível tirar um tempo de descanso a mente logo se joga na deliciosa tarefa de planejar viagens.

Se você está planejando a sua próxima viagem vale dar uma conferida na lista de 10 destinos imperdíveis eleitos pela Casa Vogue e descobrir novas culturas, novos sabores e claro fugir da rotina:

1. Os contrastes de Tóquio

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Tóquio é um endereço civilizado, limpo e silencioso. Características inacreditáveis, se lembrarmos que a capital japonesa abriga mais de 13 milhões de habitantes. Outra incoerência é que, ainda que o cenário urbano seja caótico e diversificado, a cidade consiga manter a aura tradicional. Destruída por um grande terremoto em 1923 e, posteriormente, na Segunda Guerra Mundial, a metrópole revela um interessante mix de arquiteturas moderna e contemporânea. O skyline, em constante transformação, conta com obras de Tadao Ando e de outros mestres da arquitetura.

2. Roteiro do vinho em Mendoza

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O imponente Monte Aconcágua, com seus 6.962 metros acima do nível do mar, é o primeiro contato que se tem com a província de Mendoza. Situada no centro-oeste da Argentina, ao pé da Cordilheira dos Andes – o cinturão de montanhas mais alto das Américas –, a cidade é plana e arborizada. Mendoza é pacata, apesar da população de um milhão de habitantes. Come-se muito bem na região, como é comum em cidades onde a cultura do vinho predomina. Eis a terra da Malbec, a uva símbolo do país. Mendoza é a mais importante região vitivinícola da América do Sul, responsável por cerca de 70% de todo o vinhedo argentino.

3. O recato e a agitação de Marrakech

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Localizada aos pés da cordilheira do Alto Atlas, Marrakech é dividida entre a Medina, parte fortificada, e Ville Nouvelle, o bairro moderno. O fascinante Jardim Majorelle, idealizado pelo pintor francês Jacques Majorelle, em 1924, é um oásis no Guéliz, um lugar de forças místicas e muitos encantos. Além deste rico jardim, a cidade apresenta aos turistas a Djemaa El Fna, uma das maiores praças do Marrocos, símbolo da excentricidade e do entretenimento local. Outro ponto vibrante é o grande mercado, o Souk. Por ali pulsam as cores vibrantes, os perfumes intensos, e os sabores excêntricos.

4. A moda de ser belga

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O universo fashion tem dado nova vida à Bruxelas, especialmente nas zonas entre as ruas e avenidas Saint-Géry e Dansaert ou entre Flagey e Ixelles. Por ali emergem diversos talentos do mundo da moda, como a.KNACKFUSS, Calogero di Natale, Filles a Papa, Krijst e Marc Philippe Coudeyre. Não muito longe, outra cidade também ganha notoriedade graças a jovens modistas talentosos. A Antuérpia, na região de Flandres, ficou famosa devido aos “Seis da Antuérpia” – Ann Demeulemeester, Dries van Noten, Dirk van Saene, Dirk Bikkembergs, Walter van Beirendonck e Marina Yee. A cidade esbanja também um belo porto e o flamejante negócio de diamantes.

5. Rio de Janeiro a seco

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O Rio nem sempre corre para o mar. E, mais do que nunca, o circuito offshore da cidade anda com a maré alta para amantes das artes, design, moda e gastronomia. O roteiro carioca além praia começa na zona portuária, onde os novos artistas fincaram suas bandeiras. Galerias e ateliês ocuparam antigas construções para expor e vender ideias. No âmbito musical, há duas boas dicas. As rodas de samba da rua do Ouvidor, onde se canta das 16h30 à meia-noite, e o burburinho do Circo Voador, na Lapa, que transborda música brasileira do samba à MPB. Outra boa dica é perseguir a rota gastronômica da cidade.

6. Viena respira decoração

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A riqueza cultural de Viena não é novidade para ninguém. É ela que costuma atrair mais de 5 milhões de visitantes por ano. Os nomes que surgem na mente ao pensar nesse endereço são para lá de retumbantes: Strauss, Sissi, Klimt, Freud. Mas o que talvez passe batido para muitos é que a cidade é também uma grande enciclopédia viva do design. Viena é um dos melhores lugares da Europa para se comprar antiguidades. Por lá é possível achar não só clássicos locais, mas também preciosidades escandinavas e americanas, a preços não tão exorbitantes. Para se aculturar, o MAK, Museu Austríaco de Artes Aplicadas, é uma parada obrigatória.

7. O ponto mais alto da Europa

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O ponto mais alto dos Alpes suíços é chamado Jungfraujoch. Toda a Europa encontra-se abaixo desse endereço, que fica a 3.571 m de altitude. Bem ali, no cume do Velho Continente, há uma estação de trem que completou 100 anos em 2012. A construção abriga um centro de pesquisas e um belvedere espacial, o Observatório Sphinx. Ela se equilibra sobre um penhasco íngreme, numa montanha que foi modificada para receber um elevador que leva os visitantes até o observatório. O lugar atrai milhares de turistas que desfrutam de um terraço com vista de 360 graus para o abismo.

8. Os prazeres rústicos de Lyon

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Bem localizada, Lyon situa-se entre os rios Ródano e Saône. Tal condição geográfica garantiu que a cidade se tornasse um dos principais centros financeiros da Europa já no fim da Idade Média, atraindo banqueiros e artesãos de todos os tipos. Desde então, sua população vem aprimorando duas atividades principais: a tecelagem e a gastronomia. É dali e da região da qual a cidade é capital – Rhônes Alps – que saem a maioria dos chefs franceses de renome mundial. Com uma história que remonta ao Império Romano, Lyon reúne diversas ruínas distribuídas por sua colina histórica, da época em que ela era a capital da Gália.

9. A riqueza e a simplicidade de Omã

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Apenas três grandes edifícios saltam à vista na paisagem de Mascate, a capital de Omã: a Royal Opera House, a Grande Mesquita e o palácio do sultão. Ademais, presenciam-se casas baixas, rigorosamente brancas, cercadas pelas montanhas de Hajjar, cujos picos pairam a 3 mil m de altura. Um dos tesouros da região é a aldeia de Al Hamra, do século 16, com casas de pedra e barro ao lado de um oásis cortado por canais. Nizwa, a antiga capital religiosa, é composta por vilarejos circundados por palmeiras e pelos wadi, rios que permanecem secos 11 meses ao ano e dão o ar da graça na rara época das chuvas, no inverno.

10. O design e a cultura de Gotemburgo

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Após a Segunda Guerra Mundial, o design escandinavo passou a ser considerado um dos melhores do mundo porque aliava a alta competência dos artesãos às ideias corajosas de designers e arquitetos. Até hoje, os objetos do período continuam tão funcionais como naquela época. Gotemburgo, com seus bairros coloridos junto ao rio Göta Älv, reúne fascinantes museus de arte, moda e design, como o Röhsska, uma espécie de meca do bom gosto. Haga, é o bairro boêmio, onde todo o tempo é dedicado a troca de ideias, projetos e considerações. Em Gotemburgo há espaço para a criatividade em todas as suas formas.

E aí? Qual destino você curtiu mais?

Fonte: Casa Vogue 

Imagens: reprodução

Photoshop Vintage!

Você sabia que antes do photoshop já existiam muitos artistas e fotógrafos que “brincavam” com a manipulação de imagens? E sim, isso já era possível!

Para provar,  o  Metropolitan Museum of Art apresentou, no começo do ano, uma coleção de fotografias que foram feitas entre as décadas de 1840 e 1990, antes do surgimento da edição digital, todas manipuladas manualmente.

Com mais de 200 fotografias, a exposição Faking It: Manipulated Photography Before Photoshop (ou Falsificando: Fotografias manipuladas antes do Photoshop, em tradução livre) mostrou uma coleção de fotomontagens, sobrepinturas e retoques de negativos.

Vale conferir algumas das imagens que você pode encontrar por lá:

grete20stern_sueno20noGrete Stern, Sueño No. 1: Articulos eléctricos para el hogar, 1948.

ein20kre4ftiger20zusammenstoss20a20powerful20collision

A Powerful Collision, 1914

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Henry Peach Robinson ( 1830–1901), Fading Away, 1858.

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Lenin and Stalin em Gorki in 1922, 1949 man20on20rooftop20with20eleven20men

Man on Rooftop with Eleven Men in Formation on His Shoulders, ca. 1930.

maurice20guilbert_henri20de20toulouse-lautrec

Maurice Guibert (1856–1913), Henri de Toulouse-Lautrec como artista e modelo,  1900

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George Washington Wilson ( 1823–1893), Aberdeen Portraits No. 1, 1857.

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Publicado por Allain de Torbéchet et Cie., Man Juggling His Own Head, ca. 1880.

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Maurice Tabard (1897–1984), Room with Eye, 1930.

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F. Holland Day (1864–1933), The Vision (Orpheus Scene), 1907 unknown20artist_dirigible20docked20on20empire20state20building

Dirigible Docked on Empire State Building, New York, 1930

gustave20le20gray_20cloud20studyGustave Le Gray (1820–1884), Cloud Study, Light-Dark, 1856-57.  unknownamerican-twoheadedman

Two-Headed Man, ca. 1855.  william20henry20jackson_colorado20springs

William Henry Jackson (1843–1942), Unidentified artist at Detroit Publishing Company, Colorado Springs, Colorado, ca. 1913.

Fonte: Catraca Livre

Imagens: Flavor Wire

Dica de Look: Viagem

Quem aí vai viajar para aproveitar o carnaval? 

Seja para curtir a folguinha aqui no Brasil, com muita folia, ou respirar novos ares longe dos desfiles das escolas de samba, é bacana optar por um look de viagem confortável, estiloso e prático.

Hoje trazemos uma produção inspirada na atriz Lucy Hale:

dica de look bianca bertoni 03

#dica: opte por acessórios menores e mais fáceis de serem colocados e retirados em viagens.

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